SÁBADO, 05 DE ABRIL DE 2008

Depois de uma cansativa aventura nasceu ontem sexta-feira, 04 de Abril ‘Gustavo’ filho de minha Karol e do Diego que tbém amo como a um filho... Carol e Diego enfim puderam ter em seus braços seu filhinho. Não vou mencionar aqui a aventura que foi pra ele vir ao mundo,os detalhes, o sufoco, as idas e vindas aos hospitais, enfim, quero apenas deixar registrado a nossa felicidade e o agradecimento a JEOVÁ DEUS por ter dado tudo certo e é isso que importa.

Gustavo é o nosso primeiro neto e bisneto. O importante é que veio a este mundo com saúde e estamos todos felizes.

 

 

 



Escrito por Thereza Cristina às 12h13
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PARA MINHA AMIGA LEE

Tem uma coisa que nos une mais que laço de parentesco, mais que a aproximação.

Aliás falando de aproximação isso tbém é relativo.

Muitas pessoas estão lado a lado, mas distantes.

Eu me sinto pertinho de você embora longe e sem nos falarmos muito.

Mas eu estava falando de algo que nos une mais que laços de parentesco e independente de estarmos perto ou longe.

Somos MULHER e isso deveria bastar.

Somos irmãs porque somos MULHER

 

E QUEM DEVERIA ENTENDER UMA MULHER

SENÃO OUTRA MULHER?

 

Sofremos por AMOR

Sentimos a mesma DOR

E isso nos deveria bastar para nos entendermos

Nos gostarmos e nos respeitarmos

Que pena a maioria se vêm como inimigas

Sempre competindo e priorizando a beleza externa

Para conquistar o sexo oposto ou apenas pra se sentir a gostosona mesmo

E isso também é tão relativo

Por que embora a beleza seja um colírio para os nossos olhos

A essência é VOCE

Sabe o que acontece hoje?

DESENCONTRO!!!

Nada é mais tão simples

Ou tudo é tão simples que perdeu a graça ou o sentido...

 

Sei do seu coração minha AMIGA

 Porque meu coração é de Mulher como o seu

Esse teu pensamento solto revivendo o PASSADO

A ansiedade e preocupação pelo FUTURO

Sei também como é ...

Teus olhos brilhantes, apaixonados pela VIDA

Tuas noites mal dormidas, tuas lagrimas escondidas, tua solidão...

O que nos diferencia é o NOME e o ENDEREÇO

Muitas vezes nem isso... Nem isso...

 

Quando vivíamos alheia a tudo

Na nossa doce alienada ADOLECENCIA

 Tínhamos dentro de nós

Essa que hoje passeia diante dos nossos olhos

Elas nossas filhas

Deixamos de ser elas faz um tempo

Passamos a ser nossas mães

Mesmo que ainda a tenhamos viva dentro de nós

Pela ordem natural das coisas

Injusto ou não, triste ou não

Elas têm que sair de cena

Quando me vejo hoje no papel da minha mãe

Me sinto triste por ela

Pelo abismo que havia entre nós

Natural pela inversão de papéis

E isso acontece sem que tenhamos a mínima noção

Ontem alguém

Que para nós não era uma MULHER

Era apenas a nossa MÃE

Vive em nós HOJE.

 

NOSSAS FILHAS CARREGAM DENTRO DE SI

A JOVEM QUE FOMOS ONTEM

ASSIM VIVEMOS LÁ E CÁ

NELAS O QUE FOMOS SE FAZ PRESENTE

EM NÓS ELAS SE ESCONDEM

 



Escrito por Thereza Cristina às 11h25
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